Enquanto o imóvel em construção permite maior planejamento do pagamento, unidades prontas oferecem agilidade e mais previsibilidade sobre aquilo que está sendo adquirido
Divulgação Opus Incorporadora
A decisão entre comprar um imóvel na planta ou pronto para morar deve levar em conta não apenas a escolha por um apartamento novo ou pela possibilidade de mudança imediata. O momento financeiro, a disponibilidade para esperar, o objetivo da compra e até mesmo o interesse em personalizar a unidade são fatores que devem entrar na conta antes dessa decisão.
As duas modalidades apresentam vantagens diferentes e podem atender a momentos distintos da vida financeira do comprador.
Na planta: mais tempo para planejar
• Pagamento durante a obra. Uma das principais vantagens é a possibilidade de distribuir parte do pagamento ao longo do período de construção. Dependendo das condições da compra, o comprador pode quitar uma parcela significativa do imóvel antes de financiar o saldo;
• Maior prazo para organizar os recursos: O período de construção permite ao comprador se preparar financeiramente para a aquisição e para o pagamento do saldo que será financiado posteriormente;
• Possibilidade de escolher características da unidade. De acordo com a disponibilidade, quem compra antecipadamente pode ter mais opções de escolha de andar, planta, posição, vaga de garagem e, em alguns casos, acabamentos.
• Potencial de valorização. Em mercados aquecidos, o imóvel pode se valorizar entre o lançamento e a entrega. Esse potencial, porém, não é garantido e depende de fatores como localização, condições do mercado e características do empreendimento.
Atenção: antes de comprar, é importante avaliar o fluxo de pagamento, os índices de correção previstos em contrato e a capacidade financeira para assumir as parcelas futuras.
Pronto para morar: agilidade e previsibilidade
• Possibilidade de mudança mais rápida. Com a obra concluída, o comprador não precisa aguardar o período de construção e pode planejar a ocupação após a conclusão da compra e da documentação.
• O comprador sabe exatamente o que está adquirindo. É possível conhecer a unidade, os acabamentos, as áreas comuns, o entorno e as condições reais do imóvel antes de fechar negócio.
• Mais previsibilidade sobre o investimento. Como a construção já foi concluída, não há a incidência do INCC durante o período de obras, como ocorre nos imóveis adquiridos na planta. As condições de financiamento e pagamento também podem ser avaliadas considerando o imóvel já finalizado.
• Possibilidade de gerar renda imediatamente. Para quem compra com objetivo de investimento, uma unidade pronta pode ser colocada para locação após a conclusão da aquisição, sem a necessidade de aguardar a entrega da obra.
• Menor tempo entre a compra e o uso. A modalidade pode ser mais adequada para quem tem urgência para morar, mudar de cidade ou substituir o imóvel atual.
E quando o imóvel já está decorado?
Outra possibilidade dentro do mercado de imóveis prontos são as unidades entregues com projeto de interiores e mobiliário. Dependendo da proposta, o imóvel pode incluir itens como armários, eletrodomésticos, cortinas, tapetes e objetos decorativos. Além de reduzir o tempo necessário para preparar a unidade para a mudança, essa alternativa pode facilitar o planejamento dos gastos com montagem e decoração. A relação custo-benefício, entretanto, deve ser avaliada caso a caso, considerando o que está efetivamente incluído no imóvel e os valores praticados.
Para Gabriel Santos, gerente comercial da Opus Incorporadora, a escolha deve partir principalmente da realidade financeira e dos objetivos de cada comprador. “Não existe uma modalidade que seja melhor para todos. Quem compra na planta pode ter mais flexibilidade para organizar o pagamento e participar das escolhas do imóvel ao longo da obra. Já quem opta por um imóvel pronto tem a vantagem de conhecer exatamente aquilo que está adquirindo, mudar mais rapidamente e ter maior previsibilidade. O mais importante é entender o objetivo da compra, avaliar a capacidade financeira e escolher a alternativa que faça sentido para aquele momento”, afirma.
