Em visita à 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília, o candidato ao Governo do Distrito Federal Elisson (Agir)destacou a importância da retomada do evento e defendeu uma política permanente de incentivo à leitura, com atenção especial aos pequenos escritores, livreiros, editoras independentes e contadores de histórias
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A Bienal voltou a ser realizada em Brasília depois de quatro anos. A última edição havia ocorrido em 2022. Neste ano, o evento acontece de 17 a 23 de agosto, no Museu Nacional da República.
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Fotos: Marcelo Santos.
“Livro é vida. Livro transforma a educação, abre oportunidades e muda a história das pessoas. Não podemos lembrar dos nossos escritores e livreiros apenas quando acontece uma grande Bienal. Queremos fazer da leitura uma política permanente nas cidades do DF”, afirmou Elisson.
A proposta é criar uma agenda contínua de feiras, encontros literários, lançamentos e contação de histórias nas regiões administrativas, aproximando escritores locais, pequenas livrarias e projetos independentes das escolas, famílias e comunidades. “Queremos eventos acontecendo durante todo o ano, circulando pelas RAs e dando espaço principalmente para quem está começando e muitas vezes não tem estrutura para divulgar o próprio trabalho”, reforçou.
Elisson também chamou atenção para a infraestrutura no entorno do Museu Nacional, da Biblioteca Nacional e dos equipamentos culturais do centro de Brasília, especialmente em dias de grandes eventos. Segundo ele, é necessário estudar soluções para estacionamento, mobilidade e acesso, respeitando integralmente as regras de preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília, que possui proteção federal.
“Não é razoável que, no coração da capital do país, uma pessoa vá a um grande evento cultural e tenha dificuldade para estacionar ou precise deixar o carro em área de terra, chegando ao evento no meio da poeira. Se esses espaços já são utilizados informalmente, precisamos sentar com os órgãos responsáveis e encontrar uma solução organizada, ambientalmente adequada e compatível com o tombamento. Cultura também precisa de infraestrutura e acesso”, concluiu.
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